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Lisbonices

Uma mulher do Norte à conquista da capital

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Uma mulher do Norte à conquista da capital

A noite em que Lisboa me conquistou

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Querem apaixonar-se por Lisboa e não sabem como? A receita é simples (e envolve música)!

 

 

Enquanto vos deixava por cá órfãos de blogue (mea culpa), andei por aí a cirandar pela capital e a descobrir novos amores. Pelo caminho, acabei por me aperceber que o inevitável aconteceu: Lisboa conseguiu conquistar um pedaço de mim e, ao fim de alguns meses (e com o coração ainda muito tripeiro, atenção!), me confesso um pouquinho apaixonada por esta cidade. 

A "culpa" é do fado, esse malandro. Apanhou-me sem querer numa noite "daquelas", algures num restaurante em (you guessed it) Alfama. Mesmo ao pé da Sé, fui ouvir fado ao vivo e a experiência não podia ter sido mais transcendente. 

 

Confesso aqui publicamente o meu amor pela canção nacional, essa destruidora de corações românticos e transporte predileto de poetas tristes. Ao vivo, é ainda mais poderoso o efeito que uma letra, cantada com a dor cravada na pele, consegue ter na alma de uma pessoa. É impossível ouvir tanto e sentir pouco... E foi assim que Lisboa, essa marota, me fisgou. Mesmo onde dói.

 

E pronto, estou um bocadinho conquistada por esta cidade e o amor que sinto pelas ruas de Alfama, pela Sé iluminada à luz da noite, pelas canções que se ouvem à luz das velas e no silêncio dos pratos. É assim que uma pessoa se apaixona por Lisboa. Quando se foge do óbvio e se mergulha na escuridão do tempo. E que bem que soube encontrar este amor!

 

Querem saber onde fui ouvir fado (pela voz da Maria Armanda, no less)? Então é favor de dar um salto ao blogue Vida de Desempregada, da minha amiga Graziela Costa, que me convidou a ir com ela nesta aventura. Ela, ao contrário aqui da vossa colega, é blogger a sério, sabe o que faz e condensou a experiência num post todo bonito e que vale a pena espreitar aqui.

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